Psicologia na Prática · Saúde mental

Somos uma geração fraca? O que a psicologia diz sobre fragilidade emocional

Geração Nutella ou geração raiz? A psicóloga Alana Anijar olha para o excesso de proteção, o imediatismo, a comparação e o paradoxo da geração mais consciente das emoções, e mostra como juntar sensibilidade e força.

Ver o episódio Baixar o workbook

Alana Anijar 13 de outubro de 2026 14 min de leitura

Mascote cérebro do podcast Psicologia na Prática saindo de uma bolha de vidro rachada e caminhando por uma trilha com pedras

"Geração Nutella." "Geração de vidro." "No meu tempo não tinha isso de ansiedade." Se você tem menos de 35 anos, já ouviu alguma dessas frases. Se tem mais, talvez já tenha dito. A pergunta por trás delas é desconfortável, mas merece uma resposta honesta: será que somos mesmo uma geração mais fraca?

A resposta curta é: mais frágil em alguns pontos, mais consciente em outros. E o problema não está no caráter de ninguém, está no jeito como fomos criados e no mundo em que crescemos.

No episódio "Será que somos uma geração fraca?", do podcast Psicologia na Prática, a psicóloga Alana Anijar, que nasceu em 1995 e se coloca bem na fronteira entre millennials e geração Z, encara a pergunta sem defender nem atacar os mais jovens. Ela aponta quatro fatores que ajudam a explicar a menor tolerância à frustração e propõe um caminho do meio: pegar o que as gerações passadas tinham de bom, a resiliência, sem perder o que a nossa conquistou, a consciência emocional.

Se você quer entender o ambiente digital em que a geração Z cresceu, já falamos disso em Geração Z e saúde mental: por que a geração que mais fala de emoções é a que mais adoece. Aqui o foco é outro: a força emocional, de onde ela vem e como se constrói.

Você sente que qualquer crítica, "não" ou imprevisto te derruba mais do que deveria? Isso não é fraqueza de caráter. É uma habilidade que não foi treinada, e habilidade se desenvolve. A terapia é um dos lugares mais seguros para fazer isso.

Encontre sua psicóloga na Psi do Futuro →

Nutella ou raiz: a pergunta está mal feita

A brincadeira da "geração Nutella" contra a "geração raiz" ficou famosa nas redes. Normalmente são as gerações mais velhas falando das mais novas: frágeis, cheias de "mimimi", que não aguentam pressão. Raiz seria o povo de antigamente, que aguentava tudo calado.

Alana não descarta a crítica. Ela reconhece que percebe, inclusive em si mesma, uma geração com menos tolerância à frustração, mais dificuldade de receber feedback no trabalho, de atravessar os conflitos de um relacionamento e de lidar com o estresse do dia a dia. E os números de saúde mental entre os mais jovens preocupam de verdade.

O que diz a pesquisa

A pesquisa nacional do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) com estudantes do ensino médio mostrou que, em 2023, 39,7% relataram sentimentos persistentes de tristeza ou desesperança no último ano. O relatório de tendências da mesma pesquisa aponta piora desses indicadores entre 2013 e 2023, com os primeiros sinais de melhora só a partir de 2021.

Mas há um porém que muda a conversa. As gerações passadas não eram simplesmente "mais fortes". Muitas coisas eram melhores e muitas eram piores. A criança que crescia na rua, sem tanta proteção, também era muitas vezes negligenciada: não tinha lugar de fala, ouvia que "isso é conversa de adulto", tinha as necessidades emocionais ignoradas. Muitos adultos que dizem "sofri bullying e nunca morri disso" carregam marcas até hoje, só que nunca tiveram espaço para falar delas.

Então a pergunta certa não é "qual geração é melhor". É: o que cada uma tinha de bom, e como juntar as duas coisas?

1. O excesso de proteção

O primeiro fator que Alana aponta, e no qual ela passa mais tempo, é o excesso de proteção. Ela fala como mãe: quando a gente ama muito, quer proteger de todo mal. E a quantidade de informação que temos hoje sobre tudo o que pode dar errado faz a gente proteger cada vez mais.

Algumas proteções são conquistas reais. A prevenção ao abuso infantil, por exemplo, é uma das coisas mais importantes que essa geração de pais aprendeu, e ninguém deve abrir mão dela. O problema está no excesso que vai além do perigo real: a criança que nunca espera, nunca se entedia, nunca resolve um problema sozinha. Nas palavras de Alana, criamos toda uma estrutura para proteger a criança até do tédio.

A gente cria toda uma estrutura para proteger a criança até do tédio.

O efeito colateral é que essa criança cresce sem saber se proteger. Nunca ouviu falar de como lidar com alguém que xinga, critica ou expõe um defeito dela. Quando o mundo real chega, e ele sempre chega, falta repertório.

O que diz a pesquisa

O psicólogo Peter Gray, do Boston College, reuniu no American Journal of Play (2011) dados que mostram uma queda forte do brincar livre, sem supervisão adulta, nas últimas décadas, no mesmo período em que cresceram ansiedade e depressão entre crianças e jovens. O estudo é de correlação, mas o argumento de Gray é que brincar sozinho é o principal treino infantil para tomar decisões, resolver conflitos e regular emoções.

Um ensaio clínico de Eli Lebowitz e colegas, da Universidade de Yale, publicado no Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry (2020), comparou dois tratamentos para crianças de 7 a 14 anos com transtornos de ansiedade: terapia cognitivo-comportamental com a criança e um programa só com os pais (SPACE), focado em diminuir as "acomodações", aquilo que os pais fazem para poupar o filho do desconforto. O programa com os pais teve resultado equivalente ao da terapia com a criança.

Esse segundo estudo diz algo poderoso: quando os pais param de remover cada obstáculo e passam a apoiar o filho a enfrentá-lo, a ansiedade da criança diminui. Proteger demais não protege.

Quando tudo vira "tóxico"

Alana traz um exemplo que ela vê nas primas adolescentes: "isso é tóxico", "bandeira vermelha", "já cortei". É excelente que as meninas estejam aprendendo a reconhecer comportamentos abusivos e a colocar limites. Mas existe o risco do extremo oposto: não aceitar nenhum desconforto, não atravessar nenhum conflito e, por isso, nunca construir uma relação de longo prazo.

Junto com isso cresce um senso de merecimento que pode ser perigoso. "Eu mereço um trabalho incrível." "Eu mereço o melhor relacionamento." Pode até merecer. Mas, como lembra Alana, quase tudo o que vale a pena exige passar por críticas, desafios e fases difíceis antes de dar certo.

O que diz a pesquisa

O psicólogo australiano Nick Haslam, da Universidade de Melbourne, descreveu em 2016, na revista Psychological Inquiry, o fenômeno que chamou de "concept creep": conceitos como trauma, abuso, bullying e transtorno mental foram se expandindo, tanto para novos tipos de situação quanto para casos cada vez mais leves. Haslam reconhece o ganho, porque sofrimentos antes ignorados passaram a ser vistos, mas alerta para o risco de transformar experiências comuns da vida em patologia.

Para ler mais sobre limites que protegem sem isolar, veja Relacionamento saudável começa em você (e nas conversas difíceis).

2. A cultura do sucesso imediato

Nas gerações passadas, as coisas aconteciam devagar. Sair da pobreza para a riqueza levava gerações. Alana lembra do funcionário que entrava no almoxarifado e passava 20 ou 30 anos até chegar a um cargo sênior. Hoje, um vídeo viraliza e alguém fica milionário em poucos meses. Startups viram unicórnios antes de os fundadores fazerem 30 anos.

O que isso faz com a cabeça de um jovem? Cria um senso de imediatismo que torna os processos longos insuportáveis. O estágio que não promove em seis meses parece fracasso. O relacionamento que tem a primeira crise parece erro. A terapia que não resolve tudo em três sessões parece não funcionar.

Alana não defende que a vida precise ser sofrida para ser boa. Mas a resiliência de quem atravessou décadas de trabalho, com todos os desafios que isso trouxe, é uma força que vale recuperar. O meio-termo é o lugar.

A paciência com processos longos também se aprende. Na terapia, você trabalha a tolerância à frustração, a forma como interpreta os obstáculos e o que faz quando as coisas não acontecem no seu tempo. As sessões são 100% online, de onde você estiver.

Quero começar minha terapia →

3. A comparação constante

As redes sociais colocam uma lupa sobre a vida de milhões de pessoas. Você não se compara mais só com o vizinho ou o colega de turma: se compara com artistas, influenciadores e desconhecidos do mundo inteiro. Alana é honesta e se inclui: ela também quer as bolsas, as roupas, as férias nas Maldivas que aparecem quando abre o celular.

O resultado é uma insatisfação crônica com a própria vida. E ela tende a piorar para quem é ainda mais jovem, porque as redes fazem parte cada vez mais cedo da construção da identidade.

O que diz a pesquisa

Erin Vogel e colegas publicaram em 2014, na revista Psychology of Popular Media Culture, estudos mostrando que quem usava o Facebook com mais frequência tinha autoestima mais baixa, e que essa relação passava pelas comparações "para cima", com pessoas que parecem estar melhor. Num experimento, ver perfis com sinais de uma vida mais bem-sucedida baixava a autoestima dos participantes no momento.

Alana observa até um movimento contrário surgindo: famílias que largam as redes, vão morar na fazenda, fazem a própria manteiga. Para quem vive numa cidade como São Paulo, é uma realidade distante. Mas é um sinal de que muita gente sentiu o peso. Se esse é o seu ponto, temos um artigo inteiro sobre como se comparar de forma saudável.

4. Habilidades socioemocionais: o paradoxo da geração terapeutizada

Nossos avós nunca ouviram falar em habilidades socioemocionais. Alana lembra dos avós dela: provavelmente nunca tiveram grandes conversas assertivas sobre emoções, e ainda assim tiveram um casamento estável, em que a avó sofreu muito quando o avô morreu. Ao mesmo tempo, muitos casamentos daquela época eram de fachada, por conveniência, com a mulher presa a um papel que hoje ela não aceitaria.

Hoje as relações são mais exigentes. Para serem saudáveis, pedem conversas, limites e comunicação. Para muitas meninas mais novas, fazer terapia virou requisito número um para começar um relacionamento. Isso é um avanço.

Só que existe um paradoxo, e Alana o descreve bem: é uma geração que valoriza as emoções e quer profundidade, mas que também é a geração do TikTok, da viralização, do superficial. Quer uma relação saudável, mas cola o rótulo de "tóxico" no primeiro desconforto e não se permite passar pelos primeiros desafios.

A gente não quer criar pessoas frágeis por estarmos falando sobre as emoções. A gente quer uma geração responsável emocionalmente.

No episódio, Alana cita o livro Bad Therapy: Why the Kids Aren't Growing Up (2024), da jornalista americana Abigail Shrier, que critica a terapeutização precoce de crianças e adolescentes. É um livro polêmico, escrito por uma jornalista e não por uma pesquisadora, e recebeu críticas de especialistas. Alana deixa clara a posição dela: é psicóloga, é a favor da terapia e conversa sobre emoções com o próprio filho. O alerta que ela tira dali é outro: não colocar as emoções num pedestal, como se fossem o centro de tudo.

Terapia bem feita não ensina a pessoa a evitar todo desconforto. Ensina a atravessá-lo.

Antifragilidade: o que vale levar das gerações passadas

Para fechar o raciocínio, Alana usa um conceito que ficou famoso com o livro Antifrágil (2012), do ensaísta e estatístico Nassim Nicholas Taleb. Ele separa três coisas:

  • Frágil é o que quebra com o impacto, como uma taça de cristal.
  • Resiliente é o que aguenta o impacto e volta a ser como era.
  • Antifrágil é o que fica mais forte justamente por causa do impacto, da desordem e da incerteza.

O sistema imunológico e os músculos são exemplos clássicos: precisam de estímulo e de algum estresse para se fortalecer. Protegidos de tudo, enfraquecem.

O que diz a pesquisa

O advogado Greg Lukianoff e o psicólogo social Jonathan Haidt, da Universidade de Nova York, levaram essa ideia para a educação no livro The Coddling of the American Mind (2018). Eles argumentam que uma das ideias mais danosas que os jovens aprenderam é "o que não te mata te deixa mais fraco", e que tratar crianças como frágeis tende a torná-las menos capazes de lidar com a adversidade.

A proposta de Alana é exatamente essa: pegar a resiliência das gerações passadas, que enfrentaram fome, guerra e escassez, e juntar com a consciência emocional que a nossa conquistou. Ela acredita que uma geração mais sensível também pode ser muito empática e construir coisas incríveis, se conseguir unir consciência emocional, resiliência e maturidade.

Como construir força emocional na prática

A força emocional não vem de fingir que nada dói. Vem de se expor, aos poucos, ao que dá medo, e descobrir que dá para atravessar. A partir do episódio, alguns caminhos:

Se você é jovem adulto

  1. Encare o desconforto em doses. Aceite a conversa difícil, peça o feedback, vá à entrevista. Cada vez que você atravessa algo desconfortável, o cérebro aprende que dá conta.
  2. Antes de rotular, pergunte. Isso é realmente tóxico ou só é difícil? Um conflito não é sinal de que a relação está errada. Às vezes é o começo de uma relação mais madura.
  3. Troque o prazo pelo processo. Coisas de longo prazo, como carreira, relacionamento e saúde emocional, não cabem num vídeo de 30 segundos.
  4. Observe a comparação. Repare em quais perfis você sai pior do que entrou, e decida o que fazer com eles.
  5. Saia do ninho. Alana fala em sair da casa dos pais, enfrentar os maiores medos, não se manter demais em lugares de proteção.

Se você é pai ou mãe

  1. Proteja do perigo, não da frustração. Prevenção ao abuso é inegociável. Esperar a vez, ouvir um "não" e se entediar não são perigos.
  2. Valide a emoção sem mudar a decisão. Alana conta que é gentil e respeitosa com o filho, mas quando diz "não", é não, mesmo que ele chore. Ele precisa aprender em casa para não se desesperar quando ouvir um "não" lá fora.
  3. Ensine autonomia de acordo com a idade. Pegar um ônibus, resolver um problema com um colega, lidar com uma crítica. Autonomia também é cuidado.
  4. Prepare para o mundo real. Converse sobre como reagir quando alguém xinga, critica ou expõe um defeito. Ninguém quer que o filho sofra bullying, mas ele precisa saber o que fazer se acontecer.

Alana não se coloca como mãe perfeita. Ela diz que tem vários defeitos e está aprendendo. Esse talvez seja o melhor exemplo do caminho do meio: consciência sem perfeccionismo.

Quando procurar terapia

Ninguém precisa esperar uma crise para começar. Mas vale buscar ajuda profissional se você percebe que:

  • críticas ou feedbacks te desestabilizam por dias;
  • você abandona projetos, empregos ou relações no primeiro obstáculo, e isso se repete;
  • a comparação com os outros te deixa constantemente insatisfeito com a sua vida;
  • a ansiedade ou a tristeza estão atrapalhando o trabalho, os estudos ou os relacionamentos;
  • como pai ou mãe, você sente que não consegue deixar seu filho passar por nenhum desconforto.

A terapia cognitivo-comportamental, abordagem de Alana, trabalha justamente isso: identificar os pensamentos que transformam desafios em ameaças, treinar a tolerância à frustração e construir, passo a passo, a coragem de enfrentar o que você vem evitando. Como ela diz no episódio, fazer terapia ainda é um dos caminhos mais incríveis para chegar nesse equilíbrio.

Mais de 150 mil atendimentos realizados. Nossa tecnologia analisa seu perfil e indica as psicólogas mais compatíveis com o que você busca. Sessões 100% online, de onde você estiver, com sigilo e sem julgamento.

Quero encontrar minha psicóloga →

Assista ao episódio completo

Psicologia na Prática, com Alana Anijar. Novos episódios toda terça-feira.

Continue lendo

Referências

  1. Centers for Disease Control and Prevention (2024). Youth Risk Behavior Survey: Data Summary & Trends Report, 2013-2023. cdc.gov/yrbs/dstr
  2. Gray, P. (2011). The decline of play and the rise of psychopathology in children and adolescents. American Journal of Play, 3(4), 443-463. American Journal of Play (PDF)
  3. Haslam, N. (2016). Concept creep: Psychology's expanding concepts of harm and pathology. Psychological Inquiry, 27(1), 1-17. doi.org/10.1080/1047840X.2016.1082418
  4. Lebowitz, E. R., Marin, C., Martino, A., Shimshoni, Y., & Silverman, W. K. (2020). Parent-based treatment as efficacious as cognitive-behavioral therapy for childhood anxiety: A randomized noninferiority study of Supportive Parenting for Anxious Childhood Emotions. Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 59(3), 362-372. pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6732048
  5. Lukianoff, G., & Haidt, J. (2018). The Coddling of the American Mind: How Good Intentions and Bad Ideas Are Setting Up a Generation for Failure. Nova York: Penguin Press. stern.nyu.edu
  6. Shrier, A. (2024). Bad Therapy: Why the Kids Aren't Growing Up. Nova York: Sentinel. worldcat.org
  7. Taleb, N. N. (2012). Antifragile: Things That Gain from Disorder. Nova York: Random House. Edição brasileira: Antifrágil, Objetiva. companhiadasletras.com.br
  8. Verlenden, J. V., et al. (2024). Mental health and suicide risk among high school students and protective factors: Youth Risk Behavior Survey, United States, 2023. MMWR Supplements, 73(4), 79-86. doi.org/10.15585/mmwr.su7304a9
  9. Vogel, E. A., Rose, J. P., Roberts, L. R., & Eckles, K. (2014). Social comparison, social media, and self-esteem. Psychology of Popular Media Culture, 3(4), 206-222. doi.org/10.1037/ppm0000047

Este conteúdo é informativo e não substitui atendimento psicológico ou psiquiátrico. Se você está passando por sofrimento intenso ou tem pensamentos de morte, ligue para o CVV, número 188 (gratuito, 24 horas) ou acesse cvv.org.br. Em emergência, procure o pronto-socorro mais próximo ou ligue 192 (SAMU).

Esperamos que você tenha gostado deste artigo! Para mais insights e discussões interessantes sobre este tema, não deixe de conferir nosso podcast e canal no YouTube “Psicologia na Prática“. Lá, exploramos uma variedade de tópicos para ajudar você a aplicar a psicologia no dia a dia de maneiras práticas e acessíveis.

Não se esqueça também de seguir Alana Anijar no Instagram para atualizações diárias, dicas e muito mais conteúdo exclusivo sobre psicologia. E se você está procurando aprofundar ainda mais seus conhecimentos, nosso livro “Psicologia na Prática” está disponível na Amazon. É um recurso valioso para todos que desejam entender melhor a psicologia e utilizá-la de forma eficaz em suas vidas.

Conecte-se com a gente e faça parte da nossa comunidade!

Ouça nosso podcast: Psicologia na Prática
Assista no YouTube: Psicologia na Prática
Siga no Instagram: @AlanaAnijar
Leia nosso livro: Psicologia na Prática na Amazon

Venha aprender e crescer conosco!

Compartilhe

Facebook
Telegram
WhatsApp
Email
Foto de Alana Anijar

Alana Anijar

Psicóloga especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental e mestre em Ciências do Desenvolvimento Humano. Apresenta o Psicologia na Prática, com novos episódios toda terça-feira, e fundou a Psi do Futuro em 2020 ao lado de Israel Anijar. A clínica soma mais de 150 mil atendimentos realizados.

Mais postagens